A violência do ESTADO começa bem antes: Uma manifestação não pode falar sobre o que está se manifestando? Isso já cala a boca de quem está se mobilizando. A polícia é só o a materialização do estado, é o único representante que temos contato, e que contato. Muita violência contra a população. A classe média se achava imune, e percebe que não é. Somos todos da massa mole. Pobres e Classe média, nós trabalhadores somos vistos como peças e se não funcionamos de acordo seremos excluídos. Não é tão simples assim, nos excluir, nos reprimir, nos bater, não vai ficar barato. Não podemos apanhar e pensar que é normal.
Indignação, indignação! INDIGNAÇÂO!
Um policial falou que a reação da corporação em relação a Marcha da Maconha em SP foi normal, que está dentro do regimento dessa instituição.
Assisti a vídeos que me levam a crer que ele está errado, como não estou em São Paulo não preciso temer que ele borrife gás de pimenta nos meus olhos ou roube e quebre minha máquina fotográfica.
Estamos nos separando do Estado, a democracia neoliberal não conseguirá nos deixar submetidos a ela.
Fica cada vez mais confusa a nossa relação.
O Governador não pode passar sem ser no mínimo repreendido pela presidência.
A vida é dura, a gente apanha. Mas a gente não perde a voz. Voz! Voz! VOZ!
Maconha! Tráfico Internacional! Se o ESTADO não pode contra a violência do Tráfico.
Se o ESTADO os protege, não ficaremos mais do lado dele. Não me sinto parte disso.
Cada dia que passa, sou menos brasileiro. Pela bandeira, brasão e selo? Jamais fui brasileiro por isso...
Sou brasileiro pelo nosso povo, porque somos um povo forte, e veja só!
O ESTADO não é o povo? Vamos acabar com essa auto fagia?
VOZ! por amor ao país! Grite!
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